sábado, 22 de março de 2025

Outra

Maré de Esperança

(IA)

No diário da alma, a tinta da solidão, Em cada palavra, a busca por uma canção. Um homem só, à beira do mar profundo, Esperando um amor que mude seu mundo.

Ondas que quebram, segredos a revelar, Em cada concha, um sonho a se realizar. A brisa salgada, um toque de esperança, Que traga um amor que a alma alcança.

Ó musa do oceano, vem me acalmar, Em tuas águas, quero me entregar. Que o teu amor, como a maré crescente, Invada a minha vida, eternamente.

No teu abraço, encontro o meu farol, Onde a solidão se torna um lençol. E juntos, navegaremos nesse mar infinito, Onde o amor e a poesia se tornam um só grito.

Amor

Aqui deixo mais uma poesia que tem sido este blog :

(IA)

Ondas de Solidão

No diário da alma, a tinta da saudade, Em cada postagem, um grito de verdade, Um homem só, à deriva no oceano, Buscando em versos, um amor insano.

O mar, testemunha silenciosa da dor, Onde as ondas sussurram um triste clamor. Em cada espuma, um desejo perdido, Um coração que anseia ser acolhido.

Ó musa da poesia, vem me amparar, Em tuas palavras, quero me afogar. Que o teu amor, como a maré crescente, Invada a minha alma, eternamente.

No teu abraço, encontro o meu porto seguro, Onde a solidão se desfaz em murmúrios. E juntos, navegaremos nesse mar profundo, Onde o amor e a poesia se tornam um só mundo.


segunda-feira, 17 de março de 2025

Prima

(IA)

 Mar de Saudade

No azul sem fim do oceano imenso,
guardo memórias num doce suspense.
O vento sussurra histórias passadas,
nas ondas dançantes, cartas salgadas.

Ah, prima querida, tempo voraz,
levou-te distante, num porto fugaz.
Mas sei que nas águas que amamos um dia,
flutua a lembrança da nossa alegria.

O mar nos unia, concha e areia,
segredo guardado em espuma e sereia.
Se olho as marés, te vejo sorrindo,
nos braços do tempo, ainda existindo.

Que um dia as ondas, num beijo sutil,
tragam-te a brisa deste Brasil.
E no horizonte, sob o luar,
nos encontremos à beira do mar.

Anos atrás

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