terça-feira, 5 de abril de 2022

Ecos dos Tempos

O mar sempre o mar, conselheiro das horas vazias dá-me sossego. À noite pergunto como está a minha noiva e o meu filho, desejo-lhes bem, tanto quanto a mim, peço saúde e vida para os ver felizes são a minha família, não me sinto só, mas não estou feliz, tenho amor, mas marcado pela distancia que nos separa depois de tanto tempo espero a hora de estarmos juntos, assim o governo determine, estou preso, e não dá para viver para sempre nesta vida como está.

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