sexta-feira, 23 de maio de 2025

Amor

 (IA)

Na curva da tarde o sol vacila,
como meu peito sem teu calor.
Vives no eco de cada suspiro,
no vão silêncio do nosso amor.

Os dias passam — lentos, vazios —
onde tua ausência faz guarida.
Mas deixo calar-se os demônios,
para dar luz à nossa vida.

Teu nome mora em minha prece,
teu rosto, em cada estrela caída.
E se o destino ainda se esquece,
minha alma jamais desiste da lida.

Porque virás, eu sinto e creio,
num tempo que a dor alivia.
Te esperarei, doce e inteiro —
para dar luz à nossa vida.

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