sexta-feira, 13 de junho de 2025

Guardiã das Marés

(IA)

Prima minha, guardiã das marés,
No jardim do nosso sangue entrelaçado,
Tuas mãos colhem conchas ao entardecer,
Memórias do mar num canto encantado.

Búzios sussurram segredos antigos,
Sonhos em concha, oráculos de areia.
Tua voz, prima, é feitiço de brisa —
Encanto que nasce na luz da maré cheia.

Na praia da infância, passos e risos,
Corríamos livres entre espuma e céu.
Teu riso era canto de sereia desperta,
E o brilho das conchas dançava no véu.

Búzios, conchas — ecos de magia,
Mistérios do tempo em cada manhã.
Prima minha — irmã de alma e de vida —
Tu és poema, maré e talismã.

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